As letras que formam o que escrevo não me dizem nada
As formas que digo como as letras são
Não me dizem nada.
O que escrevo é uma repetição
Desordenada.
Até onde irei para me convencer dos sentidos que existem
Em cada coisa além de minha compreensão
São ciclos que se repetem.
Minha vida estagnada
Baseia-se puramente
Na ilusão.
Não consigo mais medir os estragos
De que será capaz
A minha ignorância.
Sinto um aperto na garganta.
São apenas mentiras.
22/11/2012
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