Olho por olho
Pois quem cega acredita enxergar
E o mesmo olho que não mais vê
O mesmo olho que viu
É o que mais enxergou.
Agora, sem visão
Agora vê.
16/04/2011
12/04/2011
Que fiz da memória das cartas de amor (ridículas) que um dia escrevi?
Que fiz da lembrança do escárnio (ridicularizando) da menina que as leu?
Não me importa mais o que num tempo
Foi o que mais me importou?
Que fiz da imagem de céu em turquesa
Que o óculos de mãe fazia?
E aquela menina, sei muito bem quem
Por menos que eu a conheça
Que fiz do que senti por ela em todos esses anos não passados?
Empederni. Pisei no prego e esvaziei.
Fui tomar um trago e nunca mais voltei.
Deixei a conta sem pagar.
Mas não esqueci a dívida.
Que fiz da lembrança do escárnio (ridicularizando) da menina que as leu?
Não me importa mais o que num tempo
Foi o que mais me importou?
Que fiz da imagem de céu em turquesa
Que o óculos de mãe fazia?
E aquela menina, sei muito bem quem
Por menos que eu a conheça
Que fiz do que senti por ela em todos esses anos não passados?
Empederni. Pisei no prego e esvaziei.
Fui tomar um trago e nunca mais voltei.
Deixei a conta sem pagar.
Mas não esqueci a dívida.
10/04/2011
Lento desespero
Que tipo de incentivo eu precisaria?
Não sei...
Não sei se me falta fé
Amor...
Ou qualquer metafísica.
Até porque vivo de imaginar outras vidas
Que não uma linha reta.
O pior não é morrer
É sentir-se morto em vida.
Não sei...
Não sei se me falta fé
Amor...
Ou qualquer metafísica.
Até porque vivo de imaginar outras vidas
Que não uma linha reta.
O pior não é morrer
É sentir-se morto em vida.
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