Não me livro da liberdade de me anular
Quero apenas o que poderia ter sido
O que é e o que sou me é desconhecido
Minha vida, relógio parado, tempo a passar...
As duas vezes em que acerta o horário
Me são amor e um dia perfeito
Que nunca verei, mas está tão perto
Não me passa, um ciclo imaginário.
Voltas que não me levam a lugar algum
Estive preso por poder tanto
Mas não fazer nada, um ser nenhum.
Pois me repito, e o que poderia ter sido,
Mundo ideal e egoísta; sozinho,
Me resta apenas uma garganta fechando.
Me desculpe e obrigado.
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