Que minha desilusão não confunda os outros. Que ela faça doer apenas a mim, pois não sei me desculpar pela falta de esperança minha por qualquer coisa.
Que eu não culpe ou espere que os outros façam ou não por mim. Se o fizerem, que eu reconheça; se não, que eu saiba aceitar.
Que eu não caia em tentações diante do paraíso dos tolos. O que for bom e mentira simultaneamente não é preferível a uma verdade que dói.
Que eu não faça doer a quem não suporte, por menos que mereça viver nesta terra. Existem outros meios para guiar e ser guiado.
Que eu entenda que o sofrimento causado pelo perdão me aproxima da inevitável verdade de que minhas limitações são meu maior inimigo.
Que eu reconheça minha ignorância acerca da complexidade do mundo e suas ciências, e fixe como meta de vida entendê-las.
Que a solidão não me afete em nenhum momento ou ação.
Que eu creia no que ainda não possa entender, sem que tome por verdade qualquer hipótese ou suposição.
Que por momento algum eu permita que os instintos se sobreponham à razão ou lógica.
Que por momento algum eu tome a razão como verdade absoluta.
Um comentário:
O meu preferido (na primeira pagina, ainda!) irrevogavelmente.
"Que eu creia no que ainda não possa entender, sem que tome por verdade qualquer hipótese ou suposição.
Que por momento algum eu permita que os instintos se sobreponham à razão ou lógica.
Que por momento algum eu tome a razão como verdade absoluta."
Muito Muito Bom!!
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