Ecoando ecos mal interpretados
De registros feitos por vidas passadas
Em uma manhã que preferiria
Nem ter acordado.
Como um avião que está para pousar
Mas não chega o tempo
De sentir o chão.
É tudo infindável em horizontes e mares
De sonhos solitários
Que não mais me recordo.
Chego constantemente à conclusão...
Me afasto de uma costa
Que nunca vi.
Algo que não me permite aceitar
Uma vida vazia e de submissão
Coça em minha garganta...
Meus fins interrompidos
Em desconstrução.
Permeio em mínimas considerações
Por falsos sentidos
Inventados
Que ouvi falar
Ou li em algum lugar...
Uma realidade intocável e invisível.
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