21/01/2011

Clamor pela vitória pelo que não pode ser vencido, unanimidade em concordância com uma exceção, não se pode lutar contra a natureza humana. Séculos de opressão e apenas alguns minutos restantes, agonia por uma felicidade inalcançável por chegar tão perto ao alcance de fazer-se acreditar alcançável. Mas aproxima-se e distancia-se apenas no contexto do impossível. Uma piscina que não se pode nadar. A água que não deve ser tocada, nem bebida. O amor que não deve ser amado, guardado como uva, secou-se em amargo... Passa. Um escuro que apaga o dia. Distâncias incalculáveis por telepatia. Alguns planetas, infinitas formas de vida, apenas um sonho. Apenas um sonho. Abandonado de mim, que não mereço ser feliz. Fui buscar felicidade mas ela já estava aqui, sentada, fitando-me nos olhos. Sou infeliz. Mereço o mal. Sou mau. E o que é ruim nesse mundo é apenas um reflexo de meu comportamento. Tenho sido muitos em um porque ao fundo não sou nenhum. O nunca em todos os meus dias, nunca que virou sempre...

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