Meu inconsciente é um castelo subterrâneo
De harpias e trogloditas a serem governados
Por um grande dragão negro também governado
Por um certo humano, meu terreno conterrâneo.
Mas nunca se sabe quem domina quem
Em dois pontos de vista opostos
Necessários um ao outro para coexistirem
Em um dúbio mundo de corretos
Nunca se sabe se há dia ou noite
Numa estranha estrada para a superfície...
Dos excessos iniciais de luz, do incrível
Que depois, crível
Não é mais superfície
E sim calabouço.
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